29/09/2019 às 08h54
Redação
Campo Grande / MS
Reza o bom e velho ditado popular que ri melhor quem ri por último. A Ferrari festejou no sábado com a quarta pole consecutiva de Charles Leclerc, mas o jogo virou completamente neste domingo (29) de GP da Rússia. De grande favorita à vitória, a escuderia de Maranello fracassou de forma retumbante e viveu um dia de vexame desde o início: a tática de largada e a inversão de Leclerc e Sebastian Vettel, as reclamações insistentes do monegasco e o abandono do alemão na volta 28. Aí o jogo virou em favor de Lewis Hamilton. Com grande atuação, o britânico aliou grande estratégia e a sorte para conseguir um resultado improvável e vencer novamente em Sóchi, mantendo a invencibilidade da Mercedes no Parque Olímpico. É também o primeiro triunfo da Mercedes depois das férias, quebrando uma série de três vitórias da Ferrari.
Para tudo ficar ainda melhor, o britânico ainda fechou o GP da Rússia com a melhor volta da corrida, faturando um ponto extra além dos 25 tentos pelo triunfo em Sóchi, o quarto em seis corridas e a vitória 82 na carreira.
A Ferrari, além de todos os problemas, cometeu um erro de estratégia na hora de chamar Leclerc para mais um pit-stop durante o período de safety-car — por conta da batida sofrida por George Russell. O monegasco voltou em terceiro com pneus macios, atrás da Mercedes de Valtteri Bottas, e não esboçou sequer uma ultrapassagem sobre o finlandês, que terminou em segundo. Dono do sábado, Leclerc teve de se contentar com o último degrau do pódio.
Max Verstappen conseguiu o melhor resultado possível e terminou em quarto. O holandês foi seguido talvez pelo grande nome da corrida: Alexander Albon, que fez ótima atuação depois de ter largado do pit-lane, cruzou a linha de chegada em quinto lugar depois de fazer muitas ultrapassagens, dando mais um passo para se garantir como titular da Red Bull no ano que vem. Carlos Sainz completou em sexto com a McLaren, à frente de Sérgio Pérez, outro que fez bela corrida. Kevin Magnussen, da Haas, Lando Norris, com a McLaren, e Nico Hülkenberg, da Renault, fecharam o top-10.
| 1º | ![]() | Lewis Hamilton | Mercedes | ING | 9 | 322 |
| 2º | ![]() | Valtteri Bottas | Mercedes | FIN | 2 | 249 |
| 3º | ![]() | Charles Leclerc | Ferrari | MCO | 2 | 215 |
| 4º | ![]() | Max Verstappen | Red Bull | NaN | 2 | 212 |
| 5º | ![]() | Sebastian Vettel | Ferrari | ALE | 1 | 194 |
| 6º | ![]() | Pierre Gasly | Toro Rosso | NaN | 0 | 69 |
| 7º | ![]() | Carlos Sainz Jr. | McLaren | ESP | 0 | 66 |
| 8º | ![]() | Alexander Albon | Red Bull | NaN | 0 | 52 |
| 9º | ![]() | Lando Norris | McLaren | ING | 0 | 35 |
| 10º | ![]() | Daniel Ricciardo | Renault | AUS | 0 | 34 |
| 11º | ![]() | Nico Hülkenberg | Renault | ALE | 0 | 34 |
| 12º | ![]() | Daniil Kvyat | Toro Rosso | NaN | 0 | 33 |
| 13º | ![]() | Sergio Pérez | Racing Point | MEX | 0 | 33 |
| 14º | ![]() | Kimi Räikkönen | Alfa Romeo | FIN | 0 | 31 |
| 15º | ![]() | Kevin Magnussen | Haas | DIN | 0 | 20 |
| 16º | ![]() | Lance Stroll | Racing Point | CAN | 0 | 19 |
| 17º | ![]() | Antonio Giovinazzi | Alfa Romeo | ITA | 0 | 13 |
| 18º | ![]() | Romain Grosjean | Haas | FRA | 0 | 8 |
| 19º | ![]() | Robert Kubica | Williams | POL | 0 | 1 |
| 20º | ![]() | George Russell | Williams | ING | 0 | 0 |
FONTE: Grande Prêmio
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