12/12/2019 às 12h02
Redação
Campo Grande / MS
Marcelo Miranda afirma que a ideia defendida na reunião é criar uma linha de crédito para o financiamento de projetos esportivos. “Os gestores, junto a demais especialistas, identificaram que o Brasil é o país que menos angaria recursos e existe uma proposta do Fórum que se crie uma linha específica para financiamento em esporte e qualidade de vida, dentro do conceito de cidades inteligentes, valorizando as ciclovias e demais especificidades de urbanismo. Convidaram, então, os secretários de Estado para ter essa aproximação ao Banco de Desenvolvimento do Brics”.
O dirigente da Fundesporte destaca que o desenvolvimento de novas formas de financiamento no esporte são necessárias, tendo em vista o anúncio do governo federal de redução financeira significativa no segmento, por meio da Lei Orçamentária Anual (Loa). “Para a Secretaria Especial do Esporte, o governo destinará R$ 220 milhões, sendo que só o Bolsa-Atleta federal custa cerca de R$ 140 milhões ao ano. Acredito que não haverá abertura de novos editais para projetos federais. Daí a necessidade de os secretários estaduais buscarem outras fontes de recursos, dentre elas o Brics”.
A programação contou com palestras de 29 especialistas nas áreas de arquitetura e urbanismo, nutrição, fisioterapia, educação física, comércio, indústria e relações internacionais. O evento na capital paulista teve apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (Cau/BR) e Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (Cau/SP).
FONTE: Lucas Castro
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