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Esportes

12/12/2019 às 12h02

Redação

Campo Grande / MS

Dretor-presidente da Fundesporte reúne-se com gestores no Fórum do Setor Produtivo do Esporte
Evento ocorreu em São Paulo
Dretor-presidente da Fundesporte reúne-se com gestores no Fórum do Setor Produtivo do Esporte
Foto Lucas Castro


      O diretor-presidente da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte), Marcelo Ferreira Miranda, participou, na segunda-feira (9.12), do Fórum do Setor Produtivo do Esporte. O encontro, realizado pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer de São Paulo (Seme) e Federação Paulista de Esportes e Fitness (FPEFI), ocorreu no Espaço Federal, em São Paulo-SP.





      O objetivo do Fórum foi reunir os principais gestores do Brasil a nível federal, estadual e municipal para discutir e sensibilizar quanto às formas de financiamento diferenciadas para o esporte, além de debater metodologias de custeio e gestão esportiva. Segundo a organização, o evento também visou promover maior intercâmbio entre os países que integram o Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). 




Marcelo Miranda afirma que a ideia defendida na reunião é criar uma linha de crédito para o financiamento de projetos esportivos. “Os gestores, junto a demais especialistas, identificaram que o Brasil é o país que menos angaria recursos e existe uma proposta do Fórum que se crie uma linha específica para financiamento em esporte e qualidade de vida, dentro do conceito de cidades inteligentes, valorizando as ciclovias e demais especificidades de urbanismo. Convidaram, então, os secretários de Estado para ter essa aproximação ao Banco de Desenvolvimento do Brics”.


O dirigente da Fundesporte destaca que o desenvolvimento de novas formas de financiamento no esporte são necessárias, tendo em vista o anúncio do governo federal de redução financeira significativa no segmento, por meio da Lei Orçamentária Anual (Loa). “Para a Secretaria Especial do Esporte, o governo destinará R$ 220 milhões, sendo que só o Bolsa-Atleta federal custa cerca de R$ 140 milhões ao ano. Acredito que não haverá abertura de novos editais para projetos federais. Daí a necessidade de os secretários estaduais buscarem outras fontes de recursos, dentre elas o Brics”. 


A programação contou com palestras de 29 especialistas nas áreas de arquitetura e urbanismo, nutrição, fisioterapia, educação física, comércio, indústria e relações internacionais. O evento na capital paulista teve apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (Cau/BR) e Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (Cau/SP). 


FONTE: Lucas Castro

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