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Campo grande

15/01/2020 às 22h41

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Redação

Campo Grande / MS

Governo quer melhorar alfabetização de crianças nas séries iniciais em MS
De cada 100 alunos de oito anos que estão 3º ano do ensino fundamental, 55 não sabem ler adequadamente e não tem conhecimento suficiente em matemática
Governo quer melhorar alfabetização de crianças nas séries iniciais em MS
Foto Edemir Rodrigues

Melhorar a qualidade da alfabetização nas séries iniciais do ensino fundamental é um dos maiores desafios das escolas públicas do Brasil. De cada 100 alunos de oito anos que estão 3º ano do ensino fundamental, 55 não sabem ler adequadamente e não tem conhecimento suficiente em matemática, de acordo com dados da Avaliação Nacional da Aprendizagem (ANA) de 2016, do Ministério da Educação (MEC).


Por isso, o Governo de Mato Grosso do Sul quer melhorar em todo o território estadual a aprendizagem dos alunos dos anos iniciais do ensino fundamental (1º e 2º ano) das escolas públicas, com foco na garantia da alfabetização até os sete anos de idade. 


Nesta terça-feira (14), o governador Reinaldo Azambuja e a secretária de Estado de Educação, Maria Cecilia Amendola da Motta, se reuniram com representantes da Associação Bem Comum, Fundação Lemann e Instituto Natura para tratar da Parceria para Alfabetização em Regime de Colaboração (PARC) em Mato Grosso do Sul.


“A ideia é o Governo trabalhar com os municípios um programa de alfabetização para todo o Estado, com as redes públicas de ensino, indo além da onde a Rede Estadual de Ensino opera”, explicou o superintendente de políticas educacionais da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul (SED), Hélio Daher. 


Com ênfase em Língua Portuguesa e Matemática, o PARC é inspirado no Programa de Alfabetização do Ceará – experiência reconhecida nacionalmente por elevar o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos anos iniciais de 3,5 para 6,1. O programa também é aplicado no Amapá, Espírito Santo, Pernambuco e Sergipe.


Também participaram da reunião o secretário adjunto da SED, Édio Resende, a coordenadora de políticas públicas para o ensino fundamental da SED, Eleida Adamiski, e a coordenadora de formação continuada dos profissionais de educação, Alessandra Ferreira. 

FONTE: Bruno Chaves

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