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Sonora

20/03/2020 às 08h57 - atualizada em 20/03/2020 às 09h14

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Redação

Campo Grande / MS

Decreto limita atendimentos no município
Medidas mais drásticas podem ser tomadas caso a população e os comerciantes não sigam as recomendações do decreto
Decreto limita atendimentos no município
Foto Divulgação

Decreto Municipal nº 758 publicado na quarta-feira (18) pela prefeitura, impõe diversas medidas preventivas contra o coronavírus em Sonora. Entre as determinações estão a obrigatoriedade de agendamento para atendimentos nos postos de saúde, realizações de qualquer tipo de evento com aglomeração, encaminhamentos de pessoas para a capital e obrigatoriedade aos estabelecimentos, públicos e privados a adotarem os protocolos de higiene dos funcionários, ambientes e quando for o caso, promover o isolamento dos sintomáticos respiratórios.


Também foi cancelado o funcionamento dos Centros de Convivência de Idosos, Centros de Referência de Assistência Social, Centro de Referência Especializado de Assistência Social e todas as realizações de Projetos Sociais.


Medidas como cancelamento das aulas na rede pública de ensino foi oficializada no decreto e determinado que cada unidade PSF só poderá agendar no máximo 12 (doze) pacientes por período, sem prejuízo aos casos mais urgentes, e o paciente só será recepcionado no interior da unidade no horário agendado, para evitar aglomeração.


Também estão suspensos os exames eletivos, inclusive ultrassom e endoscopia; os atendimentos odontológicos também serão feitos mediante agendamento, e se limitarão apenas aos casos de emergência; estão suspensos o fornecimento de transporte e estadia para consultas ou exames eletivos; aos casos extremos, como câncer e hemodiálise, que for imprescindível o deslocamento para outras unidades do estado ou da federação, deverão ser respeitados todos os protocolos e as medidas de prevenção e isolamento possível, bem como deve ser redobrados os cuidados para higienização dos veículos e instrumentos.


O advogado da prefeitura disse que medidas mais drásticas podem ser tomadas caso a população e os comerciantes não sigam as recomendações do decreto, incluindo toque de recolher, interdição de locais fechados, multa e até sanções mais duras tomadas juridicamente.

FONTE: Idest

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