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Rio Verde

27/10/2022 às 21h59

Redação

Campo Grande / MS

Audiência pública discutiu a implantação de escola cívico-militar em Rio Verde
“Eu sei que é pouco tempo, mas eu não quero deixar uma sementinha, e sim uma árvore potente, que sabemos que irá nos dar alegria, tranquilidade e segurança”, disse o prefeito Réus Sabedotti Fornari na abertura dos trabalhos
Audiência pública discutiu a implantação de escola cívico-militar em Rio Verde
Fotos Gabriel Monteiro

Convocada pela Prefeitura Municipal, aconteceu nesta quinta-feira, 27, no plenário da Câmara Municipal de Rio Verde, audiência pública com o objetivo de apresentar a proposta da implementação da escola cívico-militar no município. Uma seleta plateia acompanhou os trabalhos.


Ao abrir os trabalhos, o prefeito Réus Antonio Sabedotti Fornari (PL) demonstrou sua alegria agradecendo a parceria com a Casa de Leis que segundo ele, não tem medido esforços em mostrar vários caminhos à sociedade, sendo o mais importante deles o ligado à educação.


“A Câmara Municipal tem nos dado muitos caminhos e todos eles têm uma função, mas esse de hoje para mim é o caminho mais importante na história de uma sociedade que está doente e só tem um remédio para curar essa doença: a educação para a construção de um novo homem e uma nova sociedade, mais justa e com menos sofrimento”, disse o gestor.


Ele lembrou que a escola que está sendo criada em Rio Verde traz para sua administração tudo aquilo que deseja para mudar a sociedade de verdade, que é a educação das crianças.


”A criança tem que receber em sua infância aquilo de melhor que podemos dar a ela, ensinar a ela o que enfrentará no amanhã com disciplina. Isso que ela tem que aprender, viver de forma feliz a sua infância porque a vida vai cobrar amanhã”, pontuou Fornari, acrescentando que sua administração está imbuída afinada para tal.


“Eu sei que é pouco tempo, mas eu não quero deixar uma sementinha, mas sim uma árvore potente, que sabemos que irá nos dar alegria, tranquilidade e segurança. É disso que precisamos. Estou muito feliz com a realização desse evento que vai marcar a história da nossa Rio Verde”, sintetizou o prefeito Réus Sabedotti Fornari.


“Esse sonho é antigo, que começou ainda na campanha. Somos gratos ao trabalho da equipe da Secretaria Municipal de Educação, que, de forma incansável busca a estruturação das famílias. Vamos trabalhar de forma incansável, buscando contribuir, e muito, para uma geração futura que desejamos, e uma Rio Verde bem melhor para todos nós”, emendou a presidente do Poder Legislativo, Cleisymaira Paes de Souza Milleo.


O secretário de Educação, Valter da Costa Almeida lembrou da longa peregrinação que foi para se chegar até essa audiência.


“O momento é de agradecimento aos vereadores que não mediram esforços em apoiar as nossas ações, bem como ao Comando da Polícia Militar do MS. Nosso prefeito, que é um grande defensor da escola cívico militar. Ele me colocou esse desafio, dizendo que se conseguíssemos esse objetivo, estaríamos realizando um grande sonho dele”, disse Almeida, lembrando que sua equipe já trabalha na questão do uniforme, aguardando a aprovação do Governo do Estado para novos avanços.


Em Rio Verde a escola cívico-militar será instalada na Escola Aurelino Ataíde de Brito, que passou por uma grande reforma de adequação a um custo de um milhão e duzentos mil reais e mais 800 mil reais em equipamentos – tudo com recursos próprios.


Participaram da audiência vereadores, professores, diretores, populares e o coronel-PM Carlos R. Evangelista Ortiz e Eliana Aparecida Prado V. Soares, coordenadores do Programa da Escola Cívico Militar no MS.



Sobre o programa


O modelo de escola cívico-militar apresenta um conceito de gestão nas áreas educacional, didático-pedagógico e administrativa, com a participação do corpo docente da escola e apoio dos militares.


A iniciativa integra o Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares, do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Defesa.


Um dos critérios para a instalação do programa é de que a escola precisa atender de 500 a mil alunos do ensino fundamental II e médio, em vulnerabilidade social.

FONTE: Luiz Carlos Atagiba

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