06/12/2022 às 14h12 - atualizada em 06/12/2022 às 14h16
Redação
Campo Grande / MS
A Prefeitura de Rio Verde, por meio do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e com apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania, realizou na manhã desta segunda-feira, 5, no Auditório do Paço Municipal Prefeito José de Oliveira Santos, a 5ª Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.
Na pauta as políticas públicas para as crianças e adolescentes, após período pandêmico.
O tema da conferência foi a “Situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em tempos de pandemia da Covid 19: violações e vulnerabilidades, ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral, com respeito à diversidade”.
Para a Secretária Municipal de Assistência Social de Rio Verde, Ana Mirian cardeal de Brito, o momento foi propício não apenas para reflexão, mas de sugestão de ideias e conhecer a realidade de cada município pós pandemia.
“Há impactos e talvez impactos irreversíveis por consequências da Covid-19. Crianças e adolescentes que perderam os pais, irmãos e outros parentes e amigos, que tiveram que lidar com a dor da morte. Além do lado afetivo, temos também o educacional. Alunos sem aula presencial, que afeta o convívio na sociedade e o aprendizado. Entendo que saímos da Conferência com alternativas e sugestões para melhorar essa fase tão turbulenta e complexa que ainda assola a sociedade”, disse Ana Mirian.
A Assistente Social, Ana Cristina Almendro que foi uma das organizadoras do evento relatou que durante o evento, foram trabalhados cinco eixos da Política Nacional dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes:
1. Promoção e garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes com contexto pandêmico e pós-pandemia;
2. Enfrentamento das violações e vulnerabilidades resultantes da pandemia de Covid-19;
3. Ampliação e consolidação da participação de crianças e adolescentes nos espaços de discussão e deliberação de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos seus direitos, durante e após pandemia;
4. Participação da sociedade na deliberação, execução, gestão e controle social de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes considerando o cenário pandêmico, e;
5. Garantia de recursos para as políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes durante e após a pandemia de Covid-19.
Participaram da conferência os conselheiros dos Direitos da Criança, conselheiros tutelares, representantes dos órgãos públicos, segurança pública, Poder Executivo, Poder Legislativo, Judiciário, representantes das áreas de educação, saúde e assistência social.
As propostas elaboradas e aprovadas na etapa municipal serão apresentadas na conferência estadual pelos delegados eleitos.
FONTE: Da Assessoria com a Redação
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