06/01/2023 às 13h18
Redação
Campo Grande / MS
A data fatal de 6 de janeiro faz lembrar um papelão do Rodrigo Pacheco, presidente do Senado. Para alegria dos lobistas de geradoras e distribuidoras bilionárias de energia, ele impediu a votação de projeto aprovado na Câmara que adiaria por seis meses a vigência da lei 14.300, que reduz as vantagens que o cidadão tinha de investir em geração de energia ou solar. A lei entra em vigor nesta sexta (6). Quem investiu em energia solar reduziu a conta de luz a menos de 10% do valor habitual.
O lobby de geradoras e distribuidoras de energia tenta conter na marra o avanço da energia solar, que já ocupa o 2º lugar na matriz brasileira.
Dados da Absolar, entidade do setor, indicam que a fonte solar passou a eólica e alcançou 23,9 GW de potência instalada operacional.
A energia solar trouxe ao Brasil, desde 2012, exatos R$120,8 bilhões em investimentos, gerando mais de 705 mil empregos.
A atitude vergonhosa do presidente do Senado condena à faca cega das contas mensais extorsivas quem estava interessado em investir.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 3 horas
Três Lagoas completa 111 anos e tem no trabalho de Coronel David apoio para continuar avançando e cuidando das pessoasHá 4 horas
Usaid denuncia 101 funcionários da ONU por ajuda ao Hamas no ataquea de 2023Há 4 horas
UMA CONVERSA ENTRE GERAÇÕESHá 4 horas
PT avalia liberar bancada na redução da maioridadeHá 4 horas
Segunda-feira de chuvas no MS