05/03/2023 às 09h50
Redação
Campo Grande / MS
Governadores dos sete estados do Sul e Sudeste do Brasil divulgaram neste sábado (4) uma carta em que defendem a Reforma Tributária, revisão da dívida de R$ 630 bilhões destes estados com a União e ampliação do debate pelo do Pacto Federativo. Os chefes dos governos estaduais encerraram hoje o 7º encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), iniciado na quinta-feira (2), na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
O governador fluminense Cláudio Castro elogiou o trabalho colaborativo entre os governadores para a construção documento que foi lido pela secretária da Mulher do Rio de Janeiro, Heloisa Aguiar. “Todas as ideias foram respeitadas”, resumiu o governador do Rio, Cláudio Castro.
Com dívida bilionária, o governador fluminense exalta a parceria com os governadores de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos); de Minas Gerais; Romeu Zema (NOVO); de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL); do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Governadores dos sete estados do Sul e Sudeste do Brasil divulgaram neste sábado (4) uma carta em que defendem a Reforma Tributária, revisão da dívida de R$ 630 bilhões destes estados com a União e ampliação do debate pelo do Pacto Federativo. Os chefes dos governos estaduais encerraram hoje o 7º encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), iniciado na quinta-feira (2), na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.
O governador fluminense Cláudio Castro elogiou o trabalho colaborativo entre os governadores para a construção documento que foi lido pela secretária da Mulher do Rio de Janeiro, Heloisa Aguiar. “Todas as ideias foram respeitadas”, resumiu o governador do Rio, Cláudio Castro.
Com dívida bilionária, o governador fluminense exalta a parceria com os governadores de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos); de Minas Gerais; Romeu Zema (NOVO); de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL); do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB); do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
“É impensável que, num ambiente onde o crescimento econômico é muito inferior aos encargos dos contratos de dívida com a União, os Estados paguem suas dívidas e ainda invistam em infraestrutura, modernização e na manutenção dos serviços públicos essenciais. É necessário que esses contratos passem a ter seus encargos compatíveis com o comportamento da economia nacional”, diz um trecho da carta.
Nesse aspecto, Cláudio Castro destaca que os estados do Sul e do Sudeste respondem por 80% da arrecadação de impostos federais. “Quanto mais organizarmos a vida financeira desses estados, mais vamos nos desenvolver e mais impostos federais serão gerados. Quando o Brasil recebe mais, todos os estados são beneficiados por meio dos fundos de participação”, defende o governador do Rio.
Atos que representem aumento nas despesas não devem ser implementados sem uma discussão prévia, é a síntese da proposta dos membros do Cosud, no âmbito do Pacto Federativo.
“Obrigações não podem ser impostas aos estados sem a devida contrapartida, especialmente as financeiras. Quando isso acontece, a população acaba pagando a conta”, argumentou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
Regulamentar e fiscalizar as concessões de serviços públicos, por meio de melhorias institucionais das agências reguladoras.
FONTE: Davi Soares
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