11/07/2023 às 08h54
Redação
Campo Grande / MS
Há menos de dois meses de assumir a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso admite que o judiciário “passou a ser um poder político na vida brasileira”.
Para Barroso, esse é um processo de “ascensão” que alterou a “natureza do papel, visibilidade e expectativas” da operação judiciária, tendo como marco temporal a Constituição de 1988.
A declaração do vice-presidente do STF foi feita durante a abertura do 7° Encontro de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, em Porto Alegre, ocasião que Barroso chamou de “reunião de trabalho”, em que buscou ajuda para a sua gestão à frente da Suprema Corte.
Embora admita o caráter político das decisões, Barroso nega motivação suspeita por trás dos votos dos ministros. O vice-presidente da corte superior defendeu o Supremo da pecha de ativista judicial.
“O Supremo tem poucas decisões de caráter ativista, no sentido técnico”, defendeu. Em seguida conceituou como decisões ativistas aquelas “em que o juíz interpreta um princípio vago para reger uma situação que não foi contemplada nem pelo legislador, nem pelo constituinte. Por tanto, uma hipótese de criação judicial com base em um princípio”.
FONTE: Deborah Sena
Há 16 minutos
Usaid denuncia 101 funcionários da ONU por ajuda ao Hamas no ataquea de 2023Há 20 minutos
UMA CONVERSA ENTRE GERAÇÕESHá 24 minutos
PT avalia liberar bancada na redução da maioridadeHá 26 minutos
Segunda-feira de chuvas no MSHá 17 horas
Careca do INSS apresenta nova versão sobre suposta ameaça de morte