27/11/2023 às 08h26
Redação
Campo Grande / MS
Rebaixado a ministro de Micro e Pequenas Empresas, há cinco meses, Márcio França ainda não conseguiu marcar um segundo despacho com o chefe desde a posse de 1º de janeiro.
Ao contrário do “microministro”, como os petistas se referem a França, subordinados de segundo escalão batem ponto com frequência. Mesmo queimado, Jean Paul Prates (Petrobras) foi recebido 12 vezes no Planalto. Até o presidente argentino Alberto Fernandez conseguiu mais: foram quatro reuniões este ano.
Presidente do Sebrae, entidade de micro e pequenas empresas, Décio Lima esteve com Lula duas vezes, mais que o chefe Márcio França.
França joga bola fora desde o começo do ano. Anunciou bilhetes aéreos a R$200, uma piada, e embaçou a privatização do Porto de Santos.
Celso Amorim, que apesar de mandar no Itamaraty não é o ministro de fato, mas um super aspone, também teve mais reuniões privadas, oficialmente, quatro.
França obteve o único despacho quando ministro de Portos e Aeroportos. Após entrar desde na zona de rebaixamento, só vê Lula de longe.
FONTE: Cláudio Humberto
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