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Política

03/03/2024 às 10h51

Redação

Campo Grande / MS

União Brasil se articula para ganhar presidências da Câmara e do Senado
A última vez que um partido comandou as duas Casas foi entre 2017 e 2019
União Brasil se articula para ganhar presidências da Câmara e do Senado
Foto Divulgação

Em vias de pacificação desde a destituição de Luciano Bivar da presidência, na quinta-feira (29), o União Brasil, pasmem, deve ser um dos principais partidos do país em 2025.


A sigla pode faturar a presidência do Senado, com Davi Alcolumbre (AP), e levar também o comando da Câmara dos Deputados, com Elmar Nascimento (BA).


Alcolumbre tem acordo com Rodrigo Pacheco (PSD-MG) na sucessão - será que também com TODOS os senadores?


Elmar é preferido de Arthur Lira (PP-AL), que já até atua para eleger o pupilo em 2025 - será que é o preferido também dos demais deputados?


Elmar enfrenta resistência entre petistas por picuinha na Bahia, o PT também acha que a presidência das duas casas é muito poder para o UB.


O PT de Lula não deve lançar nome. O partido prefere apoiar Antônio Brito (PSD-BA), Isnaldo Bulhões ou Marcos Pereira (Rep-SP).


A última vez que um partido comandou as duas Casas foi entre 2017 e 2019, o DEM com Alcolumbre e o então deputado Rodrigo Maia (RJ).


Além do DEM, que se fundiu ao PSL e deu origem ao União Brasil, só o PT, por menos de dois meses (2007), e PMDB conseguiram tal feito.


Calado


Vale lembrar que no recente ataque de lula à operação militar israelense, na Faixa de Gaza, quando comparou o extermínio de judeus realizado por Adolf Hitler na Alemanha nazista, o senador Davi Alcolumbre permaneceu calado.


Davi, que é judeu, faz com que a politicagem prevaleça e esquece da fé e da religião para, ao que parece, não se colocar contra a fala de Lula justamente por estar de olho na presidência do senado e quer o apoio do governo.


Vale lembrar que, em maio de 2020, quando Davi Alcolumbre era presidente do senado e sofreu ataques antissemitas na internet, o senador se posicionou dizendo que “Uma crescente onda de intolerância, preconceito e desrespeito toma conta das redes sociais. É inacreditável que algumas pessoas sejam tão desrespeitosas que se sintam no direito de agredirem, sem mais nem menos, a imagem de um pai feliz em um momento de descontração com o filho”.


O senador, que contou com a defesa da comunidade judaica, na época, agora se cala diante do grave ataque antissemita do presidente do Brasil. Davi não honra e sim envergonha a comunidade judaica.


Com a palavra (e o voto) os senadores que irão escolher o novo presidente da Casa Alta.



 

FONTE: Cláudio Humberto

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