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Brasil

24/05/2024 às 09h40 - atualizada em 24/05/2024 às 10h06

Redação

Campo Grande / MS

Malafaia expôe leniência do STF com petistas e pede absolvição de Bolsonaro
Ele expôs a leniência da Suprema Corte com os petistas e fez apelo pela absolvição do ex-presidente
Malafaia expôe leniência do STF com petistas e pede absolvição de Bolsonaro
Foto Arquivo

O pastor Silas Malafaia usou suas redes sociais, nesta quinta-feira (23), para publicar um vídeo no qual expressa sua indignação pela inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) diante de uma cenário jurídico onde Lula e José Dirceu gozam de liberdade.


O líder religioso lembrou que “Lula foi condenado por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Na primeira instância, por Sergio Moro. A segunda instância, por unanimidade, o TRF-4 confirma. A terceira instância, por unanimidade, confirma também a mesma coisa. Aí, 2018, a defesa apela para um habeas corpus para Lula não ser preso. O STF rejeita”.

Seguindo a linha cronológica, Malafaia rememorou que “em 2019, Fachin vota contra o Habeas Corpus. Depois, em 2019, eles entram novamente no STF pedindo a liberação, a liberdade de Lula, e o STF, a segunda turma, rejeita. Fachin vota contra a liberação de Lula”.


– Agora, em 2021, não me pergunte por que cargas d’água, é esdrúxula a argumentação de Fachin. Fachin libera ele, e o STF confirma a liberação de Fachin – observou.


Quanto ao caso de José Dirceu, Malafaia lembrou que o petista foi “condenado por roubalheira a 30 anos e nove meses de cadeia”, e confrontou o desdobramento que culminou em sua absolvição, em razão da leniência do STF.


– Dias Toffoli, que sempre trabalhou para o PT, esquerdopata de carteirinha. A segunda turma libera da cadeia José Dirceu. Trinta anos e nove meses de cadeia por roubalheira. E agora, a segunda turma, em 2024, extingue de vez todo o processo contra ele – disse Malafaia.


De acordo com o pastor, Dirceu agora está “livre e solto para ser candidato a qualquer coisa”.


E, assim, o líder religioso, de maneira didática, expõe os interesses obscuros das decisões de ministros da Suprema Corte e provoca uma reflexão acerca da possível perseguição a Jair Messias Bolsonaro.

FONTE: Marcos Melo

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