10/11/2024 às 09h24
Redação
Campo Grande / MS
Apesar do fim do barraco público entre Gleisi Hoffmann, presidente do PT, e o ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, dentro do partido sobram farpas em várias disputas, envolvendo a presidência do PT, a reforma ministerial e a sinecura de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), prometida ao partido. Gleisi ainda não desistiu de eleger José Guimarães (CE) seu sucessor, que não agrada muito. A única coisa que une as principais facções é contar os dias para vê-la fora da função.
Gleisi cava a vaga no TCU negociada em troca do apoio a Hugo Motta (Rep-PB) à presidência da Câmara, mas ainda lhe falta apoio suficiente.
Guimarães está mais próximo de assumir o lugar de Padilha, que fracassou como articulador político, do que a presidência do partido.
Guimarães na pasta de Padilha resolve dois problemas: o governo se livra de Alexandre Padilha e reduz a disputa pelo comando do PT.
Gleisi defende que o próximo presidente do PT deve ser do Nordeste, até para tentar reaver o espaço perdido na região, nas eleições municipais.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 7 horas
Ex-ministro de Lula defende que PCC e CV são grupos terroristasHá 8 horas
Team Roping reúne competidores e consagra campeõesHá 11 horas
Gerson recebe título de Cidadão TreslagoenseHá 13 horas
Verruck recebe diagnóstico de comerciantes para fortalecer Centro da CapitalHá 14 horas
Oficina É Dia de Feira leva novas estratégias para negócios de Ladário