27/11/2024 às 09h31
Redação
Campo Grande / MS
Na sessão plenária desta terça-feira (26), o deputado estadual Junior Mochi (MDB) apresentou uma moção de repúdio na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, criticando as declarações do CEO global do Carrefour, Alexandre Bompard. O executivo anunciou que a rede deixará de adquirir carne dos países do Mercosul, incluindo o Brasil, decisão que impacta diretamente Mato Grosso do Sul, um dos maiores exportadores de carne bovina do país.
Junior Mochi classificou a postura de Bompard como um desrespeito ao trabalho dos produtores rurais sul-mato-grossenses, reconhecidos por seguir rigorosos padrões ambientais e sanitários. “Não podemos aceitar que ações arbitrárias desrespeitem o esforço diário de milhares de trabalhadores rurais que dedicam suas vidas à produção de alimentos de qualidade. Defender o nosso agronegócio é defender a dignidade, a economia e o futuro de Mato Grosso do Sul e do Brasil”, declarou o deputado.
A moção apresentada por Mochi também conclama os consumidores a refletirem sobre a importância de apoiar empresas que respeitam e valorizam os produtores rurais brasileiros. Ao acolher a moção, a Assembleia Legislativa reafirma seu compromisso com a proteção da economia local e do agronegócio, setor indispensável para o desenvolvimento econômico e social do Estado e do país.
Mais do que um ato político, a moção simboliza a união e a determinação em garantir que o trabalho honesto e sustentável dos produtores rurais brasileiros seja valorizado e respeitado, tanto no Brasil quanto no exterior. A Assembleia Legislativa reafirma, assim, sua missão de defender os interesses daqueles que fazem do agronegócio um pilar essencial para a segurança alimentar e o crescimento econômico do Brasil.
FONTE: Da Assessoria
Há 4 horas
Agenda: Sessões solenes e curso aos servidores estão previstosHá 4 horas
STF avalia assumir funções próprias do TSE durante campanha eleitoralHá 4 horas
Para Verruck, Porto Murtinho vive resgate do papel histórico de centro logísticoHá 5 horas
Sob Lula, patrocínios de estatais sobem 52,5% e chegam a R$ 1,6 bilhãoHá 5 horas
O preço do populismo