04/01/2025 às 09h12
Redação
Campo Grande / MS
A boa remuneração e todas as regalias que o cargo confere não são suficientes para garantir que os deputados marquem presença em votações no Plenário da Câmara.
Ano passado, os nobres acumularam 840 faltas. As “ausências justificadas”, quando o parlamentar arruma uma desculpa para a falta, são ainda maiores, 2.455.
No topo dos faltosos, o enrolado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), com 72 faltas, preso desde 24 de março, suspeito de mandar matar a vereadora Marielle Franco. A informação é destaque na Coluna Cláudio Humberto deste sábado (4).
Atrás de Chiquinho Brazão está José Priante (MDB-PA), faltou 13 vezes nas votações em Plenário e ainda justificou outras quatro ausências.
Menos da metade dos 513 deputados justificou o salário e não faltou nas sessões. O número é de 244 parlamentares.
Com “ausência justificada”, o líder é Luciano Bivar (União-PE), 41. É seguido pelo Doutor Luizinho (PP-RJ), com 40 ausências.
FONTE: Diário do Poder
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