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09/01/2025 às 12h03

Redação

Campo Grande / MS

“Maduro é um ditador, e quem o valida é seu cúmplice”
“A brutalidade é ter sido o bajulador de Chávez, o moço de recados de Maduro, o validador da ditadura e o escravo dos segredos que guarda o regime opressivo”, esceveu Ivan Duque, ex presidente da Colômbia
“Maduro é um ditador, e quem o valida é seu cúmplice”
Foto Reprodução

O ex-presidente colombiano Iván Duque escreveu um texto no X na manhã de quinta-feira, 9 de janeiro, no qual criticou duramente os presidentes latinos que validam a permanência do ditador Nicolás Maduro no poder:


“A brutalidade é ter sido o bajulador de Chávez, o moço de recados de Maduro, o validador da ditadura e o escravo dos segredos que guarda o regime opressivo”, disse Duque e continuou:

“Outros são ‘galos de briga’ com alguns e cordeiros com outros, dependendo de suas dívidas pessoais. Chamemos as coisas pelos seus nomes: Maduro é um ditador, e quem o valida é seu cúmplice”, acrescenta o texto.
Duque começa o tuíte dizendo que “a ignorância é ousada” e relata diversas ações de Nicolás Maduro que afetaram os colombianos. Ele também destaca sua própria posição:


“Fomos consistentes durante toda a nossa vida. Rejeito o terrorismo das FARC, do ELN, do M-19, do Cartel de Medellín e Cali, assim como da AUC e do Clã do Golfo. Rejeito as ditaduras de Pinochet, Videla, Fidel Castro, Ortega e Maduro.”


Manifestações contra Maduro


Caracas e algumas grandes capitais mundiais, como Nova York, Buenos Aires, Bruxelas e Madri, acolhem nesta quinta-feira manifestações em apoio ao presidente eleito da Venezuela, Edmundo González Urrutia, que prometeu retornar a Caracas para tomar posse depois de ter mostrado ao mundo as cópias das cédulas que certificavam sua vitória.


González Urrutia está em Santo Domingo, última parada anunciada em sua viagem pela América para reunir apoio internacional antes de sua posse. Ele será recebido pelo Chefe de Estado dominicano, Luis Abinader, e membros de seu Governo no Palácio Nacional em Santo Domingo.


Anteriormente, ele cancelou sua agenda nos Estados Unidos e finalmente viajou para o Panamá, onde foi recebido pelo presidente José Raúl Mulino, depois que González Urrutia denunciou o sequestro de seu genro, Rafael Tudares, que foi preso pela polícia venezuelana na terça-feira, 7 de janeiro.


O ditador Nicolás Maduro, por sua vez, está decidido a tomar posse na sexta-feira, sem ter mostrado os registros que comprovam sua vitória nas eleições.


Esse delicado momento na vida política da Venezuela ocorre após um período de brutal repressão empreendido pelo chavismo contra seus adversários políticos.

FONTE: O Antagonista

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