06/05/2025 às 08h51
Redação
Campo Grande / MS
Reuniões reservadas no Congresso discutem uma virada histórica no combate à corrupção: responsabilizar os partidos pelos desfalques causados por seus prepostos em órgãos públicos, como no caso do Ministério da Previdência, entregue por Lula (PT) ao PDT “de porteira fechada”.
A ideia é bloquear os fundões eleitoral e partidário, sem prejuízo de ações penais, até o ressarcimento total. Para não perder a “galinha dos ovos de ouro”, o PDT ameaçou até romper com Lula, que cedeu e trocou Carlos Lupi por Wolney Queiroz. Seis por meia dúzia.
O novo ministro da Previdência também é suspeito de omissão, no caso do roubo aos aposentados. Além de ser alguém obediente a Lupi.
O TSE de Alexandre de Moraes tirou R$22 milhões dos fundos do PL para pagar multa. Fundos também podem ressarcir vítimas do roubo.
O ressarcimento seria ao INSS, que devolveria aos aposentados o dinheiro que lhes foi roubado durante a gestão de prepostos do PDT.
O PDT pode não dispor de tudo a ser devolvido, mas seus “fundões” ajudariam muito: só em 2026, terá R$252 milhões do Fundo Eleitoral.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 11 horas
Programação da Expoverde 50 anos tem rodeio e showsHá 12 horas
Prefeitura de Sonora notifica concessionária por falhas em obras da rede de esgotoHá 12 horas
Retomada de Corumbá completa 159 anosHá 12 horas
Flávio: ‘É um direito do PT defender bandido, CV e o PCC’Há 13 horas
Transporte sanitário une Estado e municípios em busca de soluções