10/07/2025 às 08h30
Redação
Campo Grande / MS
A reunião para tentar resolver a crise do IOF, na casa do presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), terça (8), começou com os ministros de Lula de mãos vazias e acabou em irritação.
Parlamentares avaliam que o governo aposta exclusivamente no Supremo Tribunal Federal para solucionar o impasse.
Além de Motta, os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Jorge Messias (AGU) e o senador Davi Alcolumbre (União-AP) deram as caras.
Haddad, com relação desgastada com a Câmara, choveu no molhado e apenas defendeu a manutenção do aumento do imposto.
Haddad ouviu que é impossível para Motta (e Alcolumbre) desprezar os 383 votos na Câmara. No Senado, a votação foi até simbólica.
Gleisi apostou na pressão contra o Congresso. Disse que, sem o aumento, sobraria o contingenciamento das emendas parlamentares.
O AGU “Bessias”, apesar de escalado para reforçar que o governo vai insistir na ação no STF, sugeriu solução política. Ninguém deu ouvidos.
FONTE: Cláudio Humberto
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