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Brasil

23/07/2025 às 11h45

Redação

Campo Grande / MS

Militares pressionam Lula a encerrar a crise com os EUA
Sem a tecnologia americana, o Brasil pode ficar cego, surdo e vulnerável
Militares pressionam Lula a encerrar a crise com os EUA
Foto Defesa Net

crise diplomática entre Brasil e Estados Unidos não é apenas mais uma briga política internacional. Nos bastidores de Brasília, a tensão vem acendendo alarmes no alto comando das Forças Armadas, que hoje operam sob uma perigosa dependência de equipamentos, munições e sistemas tecnológicos norte-americanos. O risco de sanções mais severas por parte do governo Trump reacende um temor silencioso: o Brasil pode, literalmente, ficar às cegas em caso de ruptura total com Washington.


Militares pressionam Lula por diplomacia urgente


Segundo informações reveladas pelo site DefesaNet, os principais comandantes das Forças Armadas têm feito forte pressão para que o presidente Lula adote imediatamente uma postura mais pragmática e menos ideológica nas relações com os EUA. O motivo? Um eventual rompimento com os norte-americanos pode gerar um colapso logístico e operacional em todo o sistema de defesa nacional, atingindo Exército, Marinha e Força Aérea.


Fontes militares ouvidas por bastidores do Ministério da Defesa apontam que a situação é crítica: diversos sistemas estratégicos como radares, comunicação criptografada, aviões de caça, embarcações navais e até munições dependem de peças e suporte técnico dos Estados Unidos. Sem isso, muitos desses equipamentos simplesmente deixam de funcionar.


Um país sem munição, sem frota e sem autonomia


A situação é mais grave do que parece. A Força Aérea Brasileira ainda utiliza aviões F-5 com mais de meio século de uso, e seus estoques de munição estariam em níveis baixíssimos. O Exército, por sua vez, segue operando com blindados Leopard 1 A5, veículos que já deveriam ter sido aposentados, mas que continuam em campo pela ausência de substitutos — os novos blindados ainda não chegaram.


Na Marinha, o cenário é igualmente preocupante: o projeto das fragatas Tamandaré ainda não foi concluído e muitos navios de combate não estão operacionais. Há, inclusive, relatos de escassez de munição para os armamentos já em uso. Se os EUA aplicarem sanções mais duras ou suspenderem o suporte técnico e o envio de peças, todo o sistema pode ser paralisado.

FONTE: Noel Budeguer

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