24/08/2025 às 11h13
Redação
Campo Grande / MS
O eventual processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes no Senado provoca dúvidas entre parlamentares e divergências entre especialistas. Nunca um ministro do Supremo Tribunal Federal passou por esse tipo de processo.
Ainda há incertezas sobre formatos e etapas de votações, além da liturgia a ser observada, segundo destacou o senador Dr. Hiran (PP-RR), em entrevista ao podcast do site Diário do Poder.
Entre especialistas, a situação é a mesma: dúvidas e discordâncias.
O impeachment de Dilma contou com novidades em relação ao de Fernando Collor, como votar a perda de direitos políticos em separado.
A Lei do Impeachment prevê afastamento do réu durante o julgamento e requer maioria qualificada para ser aprovado: 54 dos 81 senadores.
Adriano Soares da Costa, presidente da IBDPub, entende que a Lei prevê afastamento do STF do ministro que responde ao processo.
Para Guilherme Barcelos, especialista em Direito Eleitoral, não há saída “prévia, temporária ou cautelar”. Ocorreria após julgar o mérito.
FONTE: Cláudio Humberto
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