02/09/2025 às 08h49
Redação
Campo Grande / MS
Com discrição, núcleos dos ministérios da Agricultura, Comércio, Fazenda e Relações Exteriores elaboram planos emergenciais para agir caso (ou quando) o presidente Lula (PT) “fale demais” durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, dia 24, em Nova York (EUA).
O discurso de abertura em si, tradicionalmente proferido pelo Brasil, não preocupa. O problema são reuniões bilaterais ou entrevistas não-agendadas à imprensa, onde o ambiente não pode ser controlado.
A ação discutida na Esplanada tenta evitar aprofundar a crise com os EUA, independente de bravatas oriundas do Palácio do Planalto e PT.
Petistas também têm medo de encontro imprevisto com Donald Trump e lembram da bronca ao vivo que levou o ucraniano Volodimir Zelensky.
No Itamaraty, tentam retomar o prestígio da diplomacia brasileira. Na última passagem de Lula na Assembleia, o microfone até foi cortado.
Sobrou para o empresariado se movimentar para reverter ou reduzir a taxação. Sozinho, pois não existe diálogo entre os dois governos.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 1 hora
Programação da Expoverde 50 anos tem rodeio e showsHá 3 horas
Prefeitura de Sonora notifica concessionária por falhas em obras da rede de esgotoHá 3 horas
Retomada de Corumbá completa 159 anosHá 3 horas
Flávio: ‘É um direito do PT defender bandido, CV e o PCC’Há 3 horas
Transporte sanitário une Estado e municípios em busca de soluções