08/09/2025 às 09h50
Redação
Campo Grande / MS
O evento do Sete de Setembro na Esplanada dos Ministérios neste domingo, em Brasília, com direito a desfile de Lula (PT) e Janja em carro aberto, foi considerado o mais fraco de todos os desfiles da data magna da Pátria desde a posse do atual governo, em janeiro de 2023.
Além de povo, faltaram também autoridades que em geral comparecem ao desfile, como o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).
Ao contrário não apareceu nem mesmo um único representantes do Supremo Tribunal Federal (STF), principal aliado político do governo Lula.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, também não deu as caras. Além de políticos e ministros petistas, apareceu apenas o deputado governista Hugo Motta, presidente da Câmara.
Poucas pessoas compareceram à Esplanada dos Ministérios, sugerindo que nem mesmo os familiares dos militares ajudaram a fazer número.
Os que compareceram eram claramente ativistas de esquerda ou pessoas arregimentadas por sindicalistas e políticos ligados ao PT para ocupar as arquibancadas posicionadas em frente ao palanque de autoridades.
Foi uma estratégia para evitar que as autoridades fossem hostilizadas.
A claque, parte dela sob promessas de sanduíche de mortadela, gritaram palavras de ordem como “sem anistia. Dezenas delas saíram roucas do local.
A transmissão do desfile, a cargo de emissoras ligadas ao governo, mostravam apenas imagens fechadas, evitando planos mais abertos reveladores da falta de público. Uma exposição de equipamentos milutares ficou às moscas a maior parte do tempo.
A Secretaria de Comunicação divulgou a mentira de que 50 mil pessoas teriam comparecido à Esplanada, o que se transformou em motivo de piadas.
FONTE: Diário do Poder
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