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Brasil

08/09/2025 às 10h06

Redação

Campo Grande / MS

‘Não vamos aceitar a ditadura de um poder sobre o outro’, avisa Tarcísio
Governador de SP exalta Bolsonaro e cobra anistia: 'Só existe um candidato para nós'
‘Não vamos aceitar a ditadura de um poder sobre o outro’, avisa Tarcísio
Foto Reprodução/Youtube

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu a candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à Presidência em 2026 e pediu anistia aos investigados pelos atos de 8 de janeiro, durante manifestação na Avenida Paulista neste domingo (7).


O político subiu ao trio elétrico por volta das 16h, e foi aplaudido pela população que lotou a região. Sem citar diretamente o Judiciário, Tarcísio também mandou um recado claro: “Não vamos aceitar a ditadura de um poder sobre o outro”, em referência ao que considera desequilíbrios entre os Poderes da República.


Logo no início de seu discurso, Tarcísio destacou o simbolismo da data: “Essa manifestação é para celebrar a Independência do Brasil. Mas é possível celebrar independência sem liberdade? Não existe independência sem liberdade”.


A multidão respondeu com aplausos e gritos de apoio.


O governador fez questão de lembrar a ausência de Bolsonaro no ato: “Essa festa aqui não está completa porque Jair Messias Bolsonaro não está aqui conosco”.


Em seguida, afirmou: “Só existe um candidato para nós: Jair Bolsonaro. Ele tem que disputar a eleição de 2026”.


Pedido de anistia e crítica ao processo judicial


Tarcísio também defendeu a anistia ampla aos envolvidos no 8 de janeiro e criticou o processo judicial em andamento:


“Agora temos o julgamento de um crime que não existiu. Tentam criar uma narrativa de que o 8 de janeiro foi uma tentativa de golpe de Estado. Todos os advogados disseram que não conseguiram fazer a defesa. Como vou condenar uma pessoa sem nenhuma prova?”.


O governador afirmou que o ex-presidente é a principal liderança da direita e reforçou o coro dos manifestantes: “Anistia já. Anistia ampla. É o nosso candidato e vai vencer a eleição”.


Atualmente, Bolsonaro está inelegível até 2030, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por conta de uma reunião com embaixadores.

FONTE: Mael Vale

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