11/09/2025 às 09h58
Redação
Campo Grande / MS
Presa no início da semana acusada de desempenhar as funções do irmão chefe do tráfico na favela do Moinho, em São Paulo, Alessandra Moja Cunha arrancou mais de R$55,5 mil do pagador de impostos usados em programas sociais.
Alessandra usufrui das regalias assistencialistas ao menos recebendo, desde 2013, valores do Bolsa Família e o Auxílio emergencial.
Entre 2013 e outubro de 2021, a traficante também acusada de extorsão embolsou R$21.997. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
No período da pandemia, Alessandra ganhou 15 parcelas do Auxílio Emergencial. Faturou R$9.938 entre abril de 2020 e setembro de 2021.
Entre Auxílio Brasil e o Novo Bolsa Família, até julho passado, data da última atualização no Portal da Transparência, foram mais R$23.612.
A filha de Alessandra, Yasmim Moja Flores, outra que foi pro pote na ação policial, também faturou com o Bolsa Família: R$4,2 mil em 2020.
FONTE: Diário do Poder
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