17/09/2025 às 10h01
Redação
Campo Grande / MS
Denúncia da refinaria privada Refit, sobre um caminhão tanque com metanol em São Paulo para adulterar combustíveis, contribuiu para que a Agência Nacional de Petróleo e Gás (ANP) identificasse, em julho, 27 postos com gasolina batizada.
A Operação Carbono Oculto revelou que os controladores dos estabelecimentos têm conexão direta com o crime organizado. Os sócios dos postos fiscalizados se repetem em quatro agentes principais, que controlam cerca de 90 postos em São Paulo.
ACL Holding e Participações Ltda, Ricardo Romano, Bruno Sato Alves Pereira e Rodrigo Leoterio Moraes, suspeitos de ligação ao PCC.
Alguns desses personagens, inclusive, já foram autuados anteriormente por adulteração por metanol e outros com histórico de prisão.
As distribuidoras sempre ligam adulteração a postos “bandeira branca”, mas 39 postos investigados têm bandeira da Shell, Ipiranga e BR.
FONTE: Cláudio Humberto
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