29/09/2025 às 10h06
Redação
Campo Grande / MS
A lorota da “defesa da soberania”, usada por Lula (PT) no palanque contra o tarifaço e as sanções do presidente Donald Trump, é uma cópia tosca de caso semelhante ocorrido no Regime Militar.
Em 1977, o governo do general Ernesto Geisel chamou de volta a Brasília para “consultas” o embaixador em Washington, João Augusto de Araújo Castro, em reação – inútil, registre-se – a denúncias do Departamento de Estado dos EUA sobre graves violações de direitos humanos no Brasil.
Na época, o Departamento de Estado do governo Jimmy Carter (partido Democrata), denunciou perseguições, prisões ilegais, tortura etc.
O regime tachou o relatório americano de “interferência indevida na soberania nacional”. Exatamente como Lula contra o governo Trump.
Em razão dessas tensões, o governo Geisel abandonou em março de 1977 o Acordo de Cooperação Militar Brasil-EUA assinado em 1952.
Assim como Lula usa “soberania” de olho nas pesquisas, o Regime Militar fez a mesma alegação para não admitir que de fato violava direitos humanos.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 6 horas
Programação da Expoverde 50 anos tem rodeio e showsHá 7 horas
Prefeitura de Sonora notifica concessionária por falhas em obras da rede de esgotoHá 8 horas
Retomada de Corumbá completa 159 anosHá 8 horas
Flávio: ‘É um direito do PT defender bandido, CV e o PCC’Há 8 horas
Transporte sanitário une Estado e municípios em busca de soluções