03/10/2025 às 08h05
Redação
Campo Grande / MS
O governo Lula (PT) entrou em pânico com a quase convocação de Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Foi Edson quem contou à Polícia Federal que Careca pagava propina em dinheiro vivo, para roubar aposentados, e decidiu “contar tudo” após ser ameaçado de morte pelo ex-patrão. Isso ligou o alerta.
O deputado Rogério Correia (PT-MG) protagonizou situação bizarra: desistiu 17 dias depois do próprio pedido para convocar a testemunha.
A ruidosa ação petista contra o depoimento da testemunha levantou suspeitas.
“Chegamos ao cara”, concluiu Adriana Ventura (Novo-SP).
Dos 90 requerimentos de convocação ou de quebra de sigilo votados ontem na CPMI, só 2 não passaram, ambos para ouvir Edson.
A blindagem petista estarreceu o relator, que já foi promotor, deputado Alfredo Gaspar (União-AL): “testemunha boa é de dentro do esquema”.
Marcel van Hattem (Novo-RS) diz não ver razão para ignorar a “testemunha mais importante”. Vai pedir novamente sua convocação.
FONTE: Cláudio Humberto
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