06/10/2025 às 10h15
Redação
Campo Grande / MS
Com o desespero petista para impedir o depoimento à CPMI do INSS de Edson Claro, ex-funcionário do Careca do INSS disposto a “contar tudo”, incluindo quem recebia propina em dinheiro vivo, a oposição concluiu que está na hora de avançar contra nomes ligados ao partido.
Como dirigentes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). Controlada pelo PT, a entidade já foi presidida pelo pelegão Aristides Veras, suspeita de tomar até R$3,7 bilhões de trabalhadores rurais aposentados.
A expectativa é que o relatório do Coaf complique a Contag na gestão de Aristides, que é irmão do deputado Carlos Veras (PT-PE).
Aristides Veras já teve sua convocação aprovada em agosto, na primeira sessão deliberativa da CPMI, mas está de molho.
Outro alvo de convocação é o a secretária-geral da Contag Thaisa Daiana para explicar como conseguia descontar dos aposentados.
Testemunha-bomba que aterroriza os petistas da CPMI, Edson Claro é objeto de mais quatro requerimentos de convocação.
FONTE: Cláudio Humberto
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