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Internacional

21/10/2025 às 14h38

Redação

Campo Grande / MS

Petro reclama da absolvição de Uribe
Adversário político de Petro, ex-presidente colombiano foi absolvido em segunda instância
Petro reclama da absolvição de Uribe
Foto Arquivo

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, reclamou da absolvição em segunda instância do ex-presidente e adversário político Álvaro Uribe.


“O Tribunal Superior de Bogotá repete a história, contradizendo a Suprema Corte, e afirma que a escuta telefônica de um criminoso por um juiz da Suprema Corte, na qual a voz de Uribe parece falar sobre subornos, é uma forma de privacidade”, escreveu Petro em seu perfil no X.


"É assim que a história da governança paramilitar na Colômbia é encoberta, isto é, a história dos políticos que chegaram ao poder em aliança com o narcotráfico e desencadearam o genocídio na Colômbia”, seguiu Petro.


Trump


“Agora, Trump, aliado a esses políticos e a Uribe, buscará sancionar o presidente que denunciou, durante toda a sua vida, as alianças entre o poder político colombiano e o narcotráfico paramilitar na Colômbia, e o faz com a ajuda daqueles que ajudaram o paramilitarismo no país”, continuou.


“Na comissão de denúncias, os envolvidos no desvio de verbas da Fomag já buscam um golpe de Estado. Então chegou a hora das definições, e não é Trump quem define, são as pessoas. Estarei esperando por vocês na Plaza Bolívar em Bogotá nesta sexta-feira para começar a coletar assinaturas para o poder constituinte”, finalizou.


A absolvição de Uribe


Álvaro Uribe foi absolvido em segunda instância nesta terça-feira, 21.


O ex-presidente tinha sido condenado em agosto a 12 anos de prisão domiciliar por suborno de três testemunhas e fraude processual. Ele passou 19 dias preso até a concessão do recurso que o permitiu aguardar a decisão desta terça em liberdade.


Ao revogar as condenações, o tribunal apontou falta de provas que ligassem o ex-presidente ao cometimento dos crimes e ausência de intenção direta.


“A sentença incorreu em erro”


“Diz a sentença [de primeira instância] que o testemunho de [Juan Guillerno] Monsalve provou coerção ou solicitação explícita para obter uma retratação em favor do réu [Álvaro Uribe] e contra o parlamentar…

FONTE: O Antagonista

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