26/10/2025 às 09h55 - atualizada em 26/10/2025 às 10h05
Redação
Campo Grande / MS
O ditador da Rússia, Vladimir Putin (foto), anunciou neste domingo, 26, o teste final bem-sucedido de um novo míssil de cruzeiro com propulsão nuclear, o Burevestnik.
“Os testes decisivos agora estão completos”, disse Putin em vídeo divulgado pelo Kremlin durante reunião com oficiais militares.
O míssil percorreu 14.000 km e ficou no ar por cerca de 15 horas durante o teste realizado em 21 de outubro, segundo Valery Gerasimov, chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia.
Putin afirmou que o Burevestnik é “uma criação única que ninguém mais no mundo possui” e tem “alcance ilimitado”.
Ele também ordenou a preparação da infraestrutura necessária para colocar a arma em serviço nas Forças Armadas russas.
O míssil, chamado SSC-X-9 Skyfall pela OTAN, é capaz de portar ogivas nucleares e, segundo Moscou, é “invencível”, podendo penetrar qualquer escudo de defesa.
“As características técnicas do Burevestnik permitem que ele seja usado com precisão garantida contra alvos altamente protegidos localizados a qualquer distância”, disse Gerasimov.
Leia também: Trump descarta reunião com Putin até avanço em acordo de paz
Putin anunciou o desenvolvimento do Burevestnik em 2018, como resposta à construção de um escudo antimísseis pelos Estados Unidos e à expansão da OTAN.
Na ocasião, especialistas russos consideraram que a arma dificilmente seria possível de ser construída, mas o ditador afirmou que seu “teste crucial” agora foi concluído.
O teste ocorre enquanto as forças russas avançam lentamente na Ucrânia, rompem defesas da capital, Kiev, e enquanto as negociações de paz entre Moscou e Kiev permanecem estagnadas.
Sanções à Rússia
Trump tem adotado uma postura mais dura contra a Rússia e impôs sanções às duas maiores empresas petrolíferas do país.
Segundo ele, suas negociações com Putin para encerrar a guerra “não levam a lugar nenhum”.
No sábado, Trump minimizou a perspectiva de uma nova reunião com o líder russo: “Não iria perder meu tempo”, disse.
Na semana passada, o americano havia cancelado um encontro bilateral previsto para ocorrer em Budapeste, após considerar insuficientes os avanços diplomáticos para encerrar a guerra na Ucrânia.
FONTE: O Antagonista
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