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Brasil

28/10/2025 às 08h54

Redação

Campo Grande / MS

Lula perde em quase todos os cenários de 2º turno
O levantamento também mostra que 50,4% dos entrevistados rejeitam Lula
Lula perde em quase todos os cenários de 2º turno
Foto PL

Se as eleições presidenciais de 2026 fossem realizadas hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teria grandes chances de ser derrotado no segundo turno, segundo pesquisa nacional da Futura Inteligência, empresa da Apex Partners, divulgada na noite desta segunda-feira (27).


No primeiro turno, Lula aparece tecnicamente empatado com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (31,5% contra 31,3%), com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (34,9% contra 31,1%), e com o ex-presidente Jair Bolsonaro (37,8% contra 35,8%).


Nos cenários de segundo turno, o petista perde em quase todos os confrontos simulados.


Contra Jair Bolsonaro, tem 41,3%, enquanto o ex-presidente soma 46,9%.


Diante de Tarcísio de Freitas, Lula registra 39,5%, ante 45,3% do governador paulista.


Frente a Ratinho Júnior, o presidente tem 38,9%, contra 43,4% do paranaense.


No duelo com Michelle Bolsonaro, o resultado é de 41,2% para Lula e 47,6% para a ex-primeira-dama.


O petista vence apenas Romeu Zema (42% a 38,3%) e Ronaldo Caiado (40,3% a 38,6%).


O levantamento também mostra que 50,4% dos entrevistados rejeitam Lula.


Além disso, 44,9% avaliam seu governo como ruim ou péssimo, enquanto 32,9% consideram a gestão ótima ou boa.


A desaprovação ao governo chega a 53,8%, frente a 40,7% de aprovação.


Sobre o rumo do país, 52,3% acreditam que o Brasil está “indo para o caminho errado”, e 35% avaliam que segue “no rumo certo”.


De acordo com José Luiz Soares Orrico, diretor político da Futura Inteligência, o levantamento de outubro aponta uma leve queda na desaprovação ao governo, mas sem impacto significativo na confiança ou no cenário eleitoral.


“A insatisfação com o rumo do país, o pessimismo econômico e o desgaste moral continuam predominantes. Em contrapartida, o campo da direita permanece forte e diversificado, com Bolsonaro ainda como principal referência simbólica, mesmo sem ser candidato, enquanto seus herdeiros políticos consolidam espaço e confiança”, afirmou.

FONTE: Rodrigo Vilela

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