02/11/2025 às 08h54
Redação
Campo Grande / MS
A oposição solicitou que o Tribunal de Contas da União e a Procuradoria-Geral da República investiguem cerca de R$ 12 milhões em contratos de publicidade firmados pela Caixa Econômica Federal e pela Embratur com a produtora Macaco Gordo, empresa pertencente a um sócio do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirma que há indícios de tráfico de influência, conflito de interesses e improbidade administrativa.
Segundo a representação, a produtora teria sido subcontratada por agências de publicidade que prestam serviços a órgãos federais, recebendo R$ 7,9 milhões da Caixa e R$ 3,9 milhões da Embratur.
Marinho alega que há conflito de interesses, já que a Secom é responsável por aprovar campanhas publicitárias do governo, e acusa o Planalto de promover um “aparelhamento sem limites”.
Em nota, a Secom afirmou que Sidônio se afastou da gestão de suas empresas ao assumir o cargo e negou qualquer interferência em favor da produtora.
A pasta destacou que a escolha de fornecedores é feita pelas agências que vencem as licitações públicas.
O empresário Francisco Kertész, sócio de Sidônio, defendeu-se dizendo que a Macaco Gordo tem mais de 15 anos de atuação e foi contratada por critérios técnicos e de preço.
FONTE: Rodrigo Vilela
Há 5 minutos
TCE-MS capacita servidores para fortalecer a fiscalização dos sistemas de controle interno municipaisHá 9 minutos
Itália cita falta de imparcialidade de MoraesHá 12 minutos
SES alerta para proteção contra a gripeHá 3 horas
COMUNICADO SANESULHá 5 horas
Governo já reservou e pagou carrões para Lula em Paris: R$480 mil