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05/11/2025 às 10h23

Redação

Campo Grande / MS

Foi assim com o Hamas. É assim com o CV.
Recentemente, a “alma mais honesta desse país” afirmou que “Os traficantes são vítimas dos usuários”
Foi assim com o Hamas. É assim com o CV.

Não foi surpresa alguma, para (quase) ninguém, a declaração do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sobre a megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro, realizada na terça-feira, 28, nos complexos da Penha e do Alemão, na capital fluminense, em entrevista na terça-feira, 4, à agências internacionais de notícias.


Com um saldo de 117 criminosos abatidos durante uma troca de tiros com os policiais em uma mata da região, e mais de 90 suspeitos presos – em nenhum dos casos, até o momento, verificou-se cidadãos inocentes entre os mesmos -, a operação foi considerada um sucesso por quem defende um maior rigor policial contra as facções criminosas.


Lado oposto, para Lula, a operação foi violenta, mal-planejada e – quem sabe? – até exagerada. Nas palavras do presidente: “Nós estamos tentando essa investigação. Nós inclusive estamos tentando ver se é possível os legistas da Polícia Federal participarem do processo de investigação da morte, como é que foi feito.”


E continuou, o presidente, ecoando as vozes do PT e dos demais partidos e políticos da esquerda: “Vamos ver se a gente consegue fazer essa investigação, porque a decisão do juiz era uma ordem de prisão, não tinha uma ordem de matança. E houve a matança. Eu acho que é importante a gente verificar em que condições ela se deu.”


Por fim, Lula ainda afirmou: “O dado concreto é que a operação, do ponto de vista da quantidade de mortes, as pessoas podem considerar um sucesso, mas do ponto de vista da ação do Estado, eu acho que ela foi desastrosa”. Eis aí, mais uma vez, o lulopetismo em todo seu resplendor antipunitivista do coitadismo da criminalidade.


Durante praticamente dois anos, desde 7 de outubro de 2023, quanto terroristas do Hamas invadiram Israel, barbarizaram e assassinaram milhares de civis, sequestrando mais de uma centena de judeus e não judeus, o chefão petista amaldiçoou o governo e as forças de defesa israelenses, tomando incondicionalmente partido contrário.


Lula repetiu, à exaustão, as mentiras e desinformações do tal ministério da Saúde de Gaza, leia-se o próprio Hamas. Lula inventou números contra Israel, anunciou ataques judeus fictícios, acusou o único Estado Democrático da região de ser genocida e chegou à infâmia de comparar Hitler e o holocausto com a defesa de Israel.


Historicamente, o lulopetismo é aliado de ditadores e ditaduras mundo afora. Chávez e Maduro, na Venezuela. Irmãos Castro, em Cuba. Ortega, na Nicarágua. Putin, na Rússia. Erdogan, na Turquia. Ahmadinejad, no Irã. Gaddafi, na Líbia. Arafat, na “Palestina”. Onde quer que esteja um facínora antiamericano ou antissemita, lá tremulará uma bandeira vermelha.


Recentemente, a “alma mais honesta desse país” afirmou que “Os traficantes são vítimas dos usuários”. É natural, portanto, que condene a operação policial da semana passada e saia preocupado com os criminosos eliminados. O que não é natural, porém, é parte da sociedade, igualmente vítima da violência urbana, meramente, por ideologia, aplaudir tamanha abjeção.

FONTE: Ricardo Kertzman

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