15/11/2025 às 07h57
Redação
Campo Grande / MS
O Palácio do Planalto negou que a conversa tenha ocorrido, mas a única testemunha, Noam Chomsky, mantém-se em silêncio sobre registros contidos em mais de 20 mil páginas de e-mails e agendas, revelando que Jeffrey Epstein, predador sexual que se matou em 2019, conversou ao telefone com Lula (PT) quando o atual presidente estava preso por corrupção e lavagem de dinheiro em Curitiba.
O caso foi divulgado por um comitê da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.
Em 21 de setembro de 2018, Epstein escreveu a um interlocutor: “Chomsky me ligou com Lula. Da prisão. Que mundo é esse?”.
Na ocasião, Jeffrey Epstein já era condenado por prostituição de menor e também estava em meio a um escândalo por tráfico sexual.
A conversa não seria compatível com regras de comunicações de presos da carceragem da PF, observou o criminalista Pedro Paulo de Medeiros. Outro mistério.
A amizade com Epstein durou anos, mesmo após a condenação, e Chomsky, estrela da esquerda, chamaria isso de “erro de julgamento”.
FONTE: Cláudio Humberto
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