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16/11/2025 às 10h11

Redação

Campo Grande / MS

Estado de esculhambação
Gilberto Simões Pires
Estado de esculhambação
Foto arquivo

A maioria dos ministros da nossa SUPREMA CORTE, com o nítido propósito de DEMONSTRAR o quanto vê como LEGÍTIMO, SIMPÁTICO E NECESSÁRIO dar prosseguimento a toda e qualquer AÇÃO apresentada pela enlouquecida turma do PSOL, achou por bem, na semana passada,  RECONHECER a - OMISSÃO DO CONGRESSO NACIONAL - em INSTITUIR - o quanto antes - o estúpido - IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS-.


INEFICIÊNCIA COMPROVADA


Antes de tudo, para que não paire mínima dúvida, a EXPERIÊNCIA INTERNACIONAL COM O IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS MOSTRA - TIM TIM POR TIM TIM - QUE A GRANDE MAIORIA DOS PAÍSES QUE INSTITUÍRAM A ESTÚPIDA TRIBUTAÇÃO, como ALEMANHA, JAPÃO, ÁUSTRIA, SUÉCIA E FRANÇA, por exemplo, acabou por REVOGÁ-LO OU MODIFICÁ-LO DEVIDO A INEFICIÊNCIAS E À FUGA DE CAPITAIS. 


7 VOTOS A 1


Pois, nem mesmo o FATO - mais do que comprovado - de que praticamente todos os países voltaram atrás, tratando de REVOGAR A ESTÚPIDA TRIBUTAÇÃO, consegue fazer com que a maioria dos ministros do STF enterre o pleito do PSOL. Até o momento, para quem não sabe, o placar é de 7 votos a 1 para RECONHECER A OMISSÃO DO LEGISLATIVO.


FUX - O DIVERGENTE


Até agora, pelo que foi divulgado, Luiz Fux foi o único ministro que DIVERGIU dos MINISTROS PSOLISTAS. Como tal CRITICOU OS PARTIDOS POLÍTICOS que “perdem na arena política e vêm procurar a solução no Judiciário”.  Com ênfase, DEFENDEU que COMPETE À UNIÃO, E NÃO AO PODER JUDICIÁRIO CRIAR TRIBUTOS. Fux destacou, também, a diferença entre - OMISSÃO E OPÇÃO - e lembrou que o Congresso discute inúmeros projetos na área econômica. 


ESTADO DE ESCULHAMBAÇÃO


Já o ministro Flávio Dino, com o claro intuito de se mostrar sempre pronto para atender os pleitos do PSOL e/ou mostrar que o BRASIL VIVE UM PLENO - ESTADO DE EXCEÇÃO -, ou -ESTADO DE ESCULHAMBAÇÃO - fez a seguinte afirmação: - se o Congresso se omitir, aí cabe a nós, STF, criar o IMPOSTO SOBRE GRANDES FORTUNAS. Que tal?

FONTE: Gilberto Simões Pires

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