09/12/2025 às 10h08
Redação
Campo Grande / MS
A observação da Juice ocorreu pouco antes da maior aproximação ao cometa, registrada em 4 de novembro, a cerca de 66 milhões de km de distância. O momento é significativo porque o 3I/ATLAS estava próximo do ponto mais quente de sua órbita, após a maior aproximação ao Sol, fase na qual cometas liberam mais material devido à radiação solar intensa.
O conjunto de instrumentos científicos ativados inclui JANUS, MAJIS, UVS, SWI e PEP, responsáveis por analisar desde imagens detalhadas até composição química e partículas emitidas pelo cometa. A transmissão completa dos dados será lenta, pois a antena principal da Juice atua como escudo térmico, exigindo uso da antena menor com menor taxa de envio de informações.
Expectativas científicas e análises futuras
Os dados completos devem fornecer imagens detalhadas da JANUS, permitindo analisar a estrutura e as variações do coma e das caudas do cometa. Além disso, a espectrometria realizada pelos instrumentos MAJIS e UVS possibilitará uma avaliação aprofundada da composição química e das diferenças no material liberado pelo 3I/ATLAS.
O registro de partículas coletado pelo PEP e SWI oferecerá informações sobre o comportamento físico do cometa e sua interação com o ambiente solar. Com isso, será possível estudar de forma detalhada a atividade dinâmica do cometa, incluindo o efeito da radiação solar na liberação de gases e poeira, contribuindo não apenas para o entendimento do 3I/ATLAS, mas também fornecendo referência técnica valiosa para futuros estudos de cometas interestelares.
FONTE: R7
Há 2 horas
Prefeitura de Sonora notifica concessionária por falhas em obras da rede de esgotoHá 2 horas
Retomada de Corumbá completa 159 anosHá 2 horas
Flávio: ‘É um direito do PT defender bandido, CV e o PCC’Há 2 horas
Transporte sanitário une Estado e municípios em busca de soluçõesHá 2 horas
Conta de luz deve subir 8,6% em 2026, acima da inflação