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18/12/2025 às 09h39 - atualizada em 18/12/2025 às 09h55

Redação

Campo Grande / MS

Leal a Lula, Sabino perdeu o partido, expulso, e o cargo, demitido
Sem espaço no MDB para disputar a Casa Alta, o fã de lula precisa de um partido, nem que seja “de aluguel”
Leal a Lula, Sabino perdeu o partido, expulso, e o cargo, demitido
Foto Ricardo Stuckert

O deputado licenciado Celso Sabino (PA) viveu nos últimos meses uma reviravolta política que culminou em um duplo vexame: expulso do União Brasil por desobediência e, nesta quarta (17), demitido do Ministério do Turismo por Lula (PT), a quem jurava devoção.


A saga começou em setembro, quando o partido oficializou afastamento definitivo do governo Lula e mandou os filiados deixarem os cargos.


Sabino se recusou a sair jurando ser leal a Lula, “o melhor para o Brasil”, e outras lorotas.


Sabino deixou de ser útil e Lula convidou o deputado lulista Damião Feliciano (União-PB), que, para não ser expulso do União, indicou o filho.


Lula, o esperto, quer manter uma “cunha” ou porta aberta para eventual entendimento com o União, e isso explica Gustavo Feliciano no cargo.


Sabino, que se acha esperto, imaginou que o cargo de ministro garantiria sua eleição ao Senado, sem contar holofotes, jatinhos e demais regalias.


Sem espaço no MDB para disputar a Casa Alta, Sabino precisa de um partido, nem que seja “de aluguel”.


O demitido tenta o Republicanos.

FONTE: Cláudio Humberto

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