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16/01/2026 às 13h36

Redação

Campo Grande / MS

“Já pode chamar este escândalo de Toffolão?”
Senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sugeriu um novo nome para o escândalo do Banco Master, em referência ao relator do caso no STF
“Já pode chamar este escândalo de Toffolão?”
Foto arquivo

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) sugeriu um novo nome para o escândalo do Banco Master: Toffolão.


“Já pode chamar este escândalo de Toffolão ou ainda está cedo? Caso Master: Toffoli pede novo cronograma de depoimentos e reduz tempo para PF ouvir investigados”, disse o senador em seu perfil no X, ao compartilhar que dá conta de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli (foto) teria tomado outra decisão esquisita no caso da enrolada instituição financeira.


A novidade, publicada pelo portal G1, é que Toffoli, que já tinha escolhido quatro peritos para lidar com as apreensões da segunda fase da Operação Compliance Zero, encurtou de seis para dois dias o período para que os investigadores colham depoimentos dos investigados.


Tudo muito esquisito


A condução do caso por Toffoli é esquisita desde o motivo que levou a questão para o STF — a citação do nome de um deputado numa intenção de compra de imóvel que não se concretizou.


Desde então, o ministro decretou sigilo absoluto, marcou uma acareação que não tem previsão legal, contra indicação do Ministério Público Federal, e decretou que todas as apreensões da segunda fase da Compliance Zero fossem lacradas no STF.


Toffoli voltou atrás das decisões sobre a acareação e a lacração das provas, mas indicou perguntas a Daniel Vorcaro, dono do Master, e mandou recados para a PF e o Banco Central, numa condução caótica do caso.


Família


Para piorar, reforçam-se a cada dia os laços de familiares do ministro com o Banco Master.


O empresário Fabiano Campos Zettel, cunhado de Vorcaro, é um dos donos de um fundo de investimentos que aportou 6,6 milhões de reais no resort Tayayá.


O empreendimento teve entre seus principais acionistas familiares do relator do caso do Master, que, não bastasse, viajou com um dos advogados que atuam no caso para a final da Libertadores, no Peru.

FONTE: O Antagonista

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