28/01/2026 às 08h52
Redação
Campo Grande / MS
Um tribunal da Coreia do Sul condenou, nesta quarta-feira (28), a ex-primeira-dama Kim Keon Hee a um ano e oito meses de prisão, após considerá-la culpada de aceitar subornos de membros da Igreja da Unificação em troca de favores políticos.
O tribunal, no entanto, absolveu Kim, esposa do ex-presidente Yoon Suk Yeol, destituído do cargo no ano passado, das acusações de manipulação do preço de ações e violação da lei de financiamento político.
A decisão, que ainda pode ser contestada pela ex-primeira-dama ou pelos promotores, ocorre em meio a uma série de julgamentos derivados de investigações sobre a breve imposição da lei marcial por Yoon em 2024 e escândalos associados ao então influente casal.
Os promotores haviam solicitado 15 anos de prisão e multa de 2,9 bilhões de won (cerca de US$ 2 milhões), por acusações que incluem o recebimento de bolsas de luxo da Chanel e de um colar de diamantes da Igreja da Unificação em troca de benefícios políticos.
Segundo o tribunal, não houve provas suficientes para sustentar as acusações de manipulação de ações e de violação das regras de financiamento político, relacionadas ao recebimento de pesquisas de opinião por meio de um intermediário influente, supostamente em troca de interferência na escolha de candidatos.
Kim negou todas as acusações. Seu advogado afirmou que a defesa analisará a sentença antes de decidir se recorrerá da condenação por suborno.
FONTE: SBT News
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