06/02/2026 às 08h49
Redação
Campo Grande / MS
Movimentos do presidente Lula (PT) para fechar apoio nacional do MDB à chapa da reeleição incomodou caciques do partido, sobretudo no Sul e Sudeste.
Desde a última semana, cresce a ideia de que o petista estaria disposto a oferecer a vaga de vice, hoje com o PSB, ao MDB.
A ideia é repetir a tal “frente ampla” do passado com ao menos um partido mais ao centro.
Com o atual vice Geraldo Alckmin no PSB, parte da solução é empurrá-lo para a eleição em São Paulo. Senado ou Governo, tanto faz.
O MDB de São Paulo, que comanda a prefeitura, com orçamento de Estado, não quer nem ouvir falar em aliança com o PT. Fica na oposição.
A conversa começou com acenos para tentar manter a ministra Simone Tebet, que, inviabilizada em seu Estado, está de saída do MDB.
Além de São Paulo, Rio Grande do Sul, Distrito Federal e Goiás também preferem manter distância de Lula, PT e cia.
O MDB pensa grande mesmo somente para 2030, quando planeja lançar o nome do atual ministro Renan Filho (Transportes) para presidente.
FONTE: Cláudio Humberto
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