08/03/2026 às 13h41
Redação
Campo Grande / MS
Análise de técnicos e o próprio software usado pela Polícia Federal para extrair dados de celulares contradizem a explicação apresentada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes sobre mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro.
O ministro afirmou que as capturas de tela encontradas no celular do empresário estavam vinculadas a pastas de outros contatos, o que indicaria que não foram enviadas a ele.
Segundo especialistas ouvidos pela reportagem do jornal O Globo, essa interpretação não é válida. O programa utilizado pela PF para extrair dados dos aparelhos organiza os arquivos automaticamente por códigos técnicos, e não de acordo com o destinatário das mensagens. Por isso, o fato de prints e contatos aparecerem na mesma pasta não permite concluir a quem o conteúdo foi enviado.
As mensagens em questão teriam sido enviadas por meio de imagens de “visualização única” no WhatsApp. Os textos eram escritos por Vorcaro no bloco de notas do celular, transformados em capturas de tela e encaminhados, desaparecendo após serem visualizados. As anotações permaneceram no aparelho e foram recuperadas pelos peritos durante a extração de dados.
A Polícia Federal informou que os dados do celular foram compartilhados com a CPI do INSS por decisão do STF e que não pode editar ou selecionar o conteúdo extraído dos dispositivos. A corporação também afirmou que o material entregue corresponde integralmente ao que foi obtido na perícia dos aparelhos apreendidos.
FONTE: Rodrigo Vilela
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