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Brasil

01/04/2026 às 06h33

Redação

Campo Grande / MS

“Mais um petista fiel no Supremo”, diz Novo sobre Messias
Sigla resgata episódio da Lava Jato em que a ex-presidente Dilma se refere ao AGU como "Bessias"
“Mais um petista fiel no Supremo”, diz Novo sobre Messias
Foto arquivo

O partido Novo publicou uma sequência de críticas ao advogado-geral da União, Jorge Messias, após sua indicação ao Supremo Tribunal Federal.


O nome de Messias foi enviado ao Senado nesta terça-feira, 31, pelo presidente Lula para ocupar uma vaga na Corte, deixada vaga após a saída antecipada de Luís Roberto Barroso.


Nas redes sociais, o Novo destacou a trajetória de Messias e o classificou como “servo fiel” do PT.


A sigla também resgatou o episódio em que ele ficou conhecido como “Bessias”, após um áudio vazado da Operação Lava Jato.


“Lula enviou ao Senado a indicação de Jorge Messias ao STF. O “Bessias” tem várias facetas: em todas elas, servo fiel do PT. É mais um passo no aparelhamento do STF pelo partido mais corrupto do país. Bessias, office boy da Dilma Em 2016, áudio vazado da Lava Jato registrou Dilma ligando pra Lula: “Seguinte, eu tô mandando o Bessias junto com o papel… que é o termo de posse, tá? Só usa em caso de necessidade.” O “caso de necessidade” era livrar o Lula da cadeia“, diz.


Em outra postagem, o Novo afirma que a indicação significa que o “aparelhamento” do STF continua.


“Bessias, vassalo de Lula Jorge Messias é petista raiz: trabalhou no governo Dilma e no gabinete de Jaques Wagner, é fundador do grupo Prerrogativas, operador jurídico de confiança do PT e coordenou a área jurídica da transição de 2022. Lealdade ao partido acima de tudo. Agora, Lula quer dar ao Bessias uma cadeira vitalícia no STF. Mais um petista fiel no Supremo. O aparelhamento continua. Atenção, Senado: o Brasil está de olho. Bessias, não!“, diz trecho.


Indicação


A Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) será responsável por analisar a indicação.


Na CCJ, Messias deverá passar por uma sabatina e, na sequência, ter ou não o nome aprovado pelo plenário do Senado.


Somente após esses trâmites, o AGU poderá tomar posse como novo ministro do STF.

FONTE: O Antagonista

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