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Brasil

22/04/2026 às 10h01

Redação

Campo Grande / MS

Cadela é internada após ingerir mais de 50 pedras de crack em SC
Cadela permanece em observação e responde ao tratamento
Cadela é internada após ingerir mais de 50 pedras de crack em SC
Foto Divulgação/Centro Veterinário Floresta

Uma cadela da raça buldogue francês foi internada em estado grave após ingerir mais de 50 pedras de crack em Joinville, Santa Catarina. O caso foi relatado por veterinárias responsáveis pelo atendimento ao animal.


Segundo as profissionais, a cadela, chamada Antonieta, deu entrada na clínica na tarde da última sexta-feira (17). De acordo com o relato, a ingestão da droga teria ocorrido por volta das 8h da manhã, e o animal passou mal ao longo do dia, sendo atendido inicialmente por outros profissionais antes de ser encaminhado à clínica.


– Eles [os tutores] procuraram uma agropecuária para fazer o atendimento, mas não resolveram o problema. Chamaram um veterinário que atende a domicílio, mas também não teve como resolver em casa. Então, encaminharam ela até aqui – relatou a veterinária Katia Fernandes.


Ao chegar na clínica, a cadela apresentava quadro considerado grave, com arritmia, alterações gastrointestinais e sangramento. A equipe iniciou tratamento de suporte para estabilização. Durante o atendimento, o animal vomitou 48 pedras de crack.


Exames de imagem indicaram que ainda havia droga no organismo. A equipe realizou uma endoscopia, na qual foram retiradas mais cinco pedras de crack. Em seguida, foi feita lavagem gástrica e administração de carvão ativado para reduzir a absorção da substância.


De acordo com as veterinárias, a cadela permanece em observação e responde ao tratamento. Ainda não é possível afirmar quais serão as consequências a longo prazo nem se haverá recuperação completa.


A polícia foi acionada durante o atendimento e a tutora da cadela foi presa. Segundo o relato das veterinárias, a tutora não explicou sobre como ocorreu a ingestão das pedras de crack, se de forma acidental ou com possível finalidade de transporte de drogas.


Após a alta, o animal não retornará ao local de origem. Ela foi adotada e ficará sob os cuidados do novo tutor, responsável por acompanhar sua recuperação.


*AE

FONTE: Pleno.News

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