02/05/2026 às 10h14
Redação
Campo Grande / MS
Apontado pela Polícia Federal como dono do avião em que estava o presidente da Câmara, Hugo Motta (Rep-PB), Fernandin OIG teve o indiciamento pedido na CPI das Bets pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.
O relatório da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS) foi rejeitado. O avião particular que transportou Motta pousou em São Roque (SP), em 20 de abril de 2025, e as bagagens driblaram a fiscalização e não passaram pelo raio-x.
A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Fernando chegou a comparecer à CPI, mas falou o que quis e quando quis. Estava protegido por habeas corpus concedido pelo STF.
Antes da CPI das Bets, o suposto dono do avião que levou Motta foi convidado em outra CPI, a que investigou Pirâmides Financeiras.
Na CPI da Câmara, em 2023, a vida foi bem mais fácil. Tido como “especialista” foi falar sobre “boas práticas” sobre criptoativos.
FONTE: Diario do Poder
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