05/05/2026 às 06h32
Redação
Campo Grande / MS
O deputado Marcel van Hattem pode ser constrangido a se afastar do exercício de seu mandato por dois meses. A situação me impõe o dever cívico de declarar que sou eleitor do deputado e a exemplo de milhões de brasileiros em todo o país – não só no Rio Grande do Sul – me sinto representado por sua atuação desde quando, ainda muito jovem, foi eleito para o legislativo gaúcho.
A presença dele não desonrou a Mesa Diretora. Vai muito além do absurdo que a velha mídia e a base governista o afirmem ao mesmo tempo em que desfrutam, como elevada honra, de ver aquele poder presidido pelo inerte deputado Hugo Motta, escravo de seus problemas pessoais.
Muito mais feliz seria a nação e mais bem servida a Justiça como virtude moral se o presidente da Câmara tivesse o mesmo senso de dever do deputado gaúcho. Melhor para o Brasil se Hugo Motta fosse animado pelos mesmos sentimentos humanos que levam o deputado Marcel a tanto se empenhar pelas vítimas do arrastão judicial do dia 8 de janeiro de 2023.
O Brasil precisa escolher entre a liberdade como direito de todos ou como privilégio de uns poucos. O Parlamento se debilita quando a representação popular que se expressa nos mandatos não é respeitada, quando o parlamento acolhe o traidor e o tirano, enquanto condena o rebelde que busca Justiça.
FONTE: Percival Puggina
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