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Campo grande

16/05/2018 às 18h22

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Redação

Campo Grande / MS

Amarildo Cruz pede estrutura para agentes de saúde de Santa Rita do Pardo
Amarildo Cruz pede estrutura para agentes de saúde de Santa Rita do Pardo

Preocupado com o aumento de casos de dengue e outras doenças causadas pelo mosquito Aedes Aegypti, o 2º secretário da Assembleia Legislativa, deputado estadual Amarildo Cruz (PT) solicitou ao governador do Estado, Reinaldo Azambuja e ao secretário de saúde, Carlos Alberto Moraes Coimbra, que disponibilize um veículo para atuação dos agentes de saúde do município de Santa Rita do Pardo.


De acordo com o deputado, o veículo deverá ser de uso exclusivo dos agentes de saúde, para desenvolver ações de combate e controle de vetores e endemias. "A falta de estrutura física dificulta o trabalho desses agentes no combate ao mosquito transmissor de dengue, zika, chikungunya e febre amarela urbana e um veículo para o deslocamento desses agentes otimizaria o resultado dessas importantes ações", falou.


Os agentes de saúde realizam visitas domiciliares para controle químico e mecânico em recipientes com foco ou com potencial para se transformar em criadouros do vetor, aplicação de inseticidas e borrifação com inseticidas de ação residual em pontos estratégicos, além de atender denúncias de locais em situação de risco de proliferação de mosquitos.


O parlamentar ressaltou que a reivindicação de doação de veículo chegou por meio de ofício do presidente da Câmara de Vereadores do município, Josué Nogueira Martinez (Loló) e do coordenador de vetores e endemias de Santa Rita do Pardo, Gilson Martins.


Audiência pública alerta sobre riscos da exploração do gás de xisto em Nova Alvorada do Sul


Nova Alvorada do Sul está entre os 54 municípios do Estado (MS) que poderão ser impactados com a extração do gás de xisto, também conhecido como gás de folhelho.  Quem faz o alerta é o deputado estadual Amarildo Cruz (PT) que, preocupado com os danos irreversíveis que a atividade pode causar ao meio ambiente e à população, promove no próximo dia 21 de maio (segunda-feira), a audiência pública "Impactos na Extração do Gás de Xisto em Mato Grosso do Sul". O debate acontece às 19 horas, na Câmara de Vereadores.


Autor do projeto de lei nº 0003/2018, que pede a suspensão da exploração do gás no Estado, no período de dez anos, o parlamentar realizou a primeira discussão sobre o tema em Campo Grande e agora pretende percorrer todas as cidades que fazem parte do bloco da Bacia do Paraná, e que tiveram áreas ofertadas em leilão realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).


"Nossa intenção é trazer o assunto à tona, informar a população sobre o perigo que correm, principalmente das localidades com potencial para a exploração do gás, além de sensibilizar as autoridades competentes para que tomem medidas protetivas", falou o deputado.


Até o momento, áreas dos municípios de Santa Rita do Pardo e Brasilândia já foram arrematadas pela Petrobrás em duas rodadas do leilão. As outras áreas continuam em leilão permanente e podem ser arrematadas a qualquer momento.


Técnica de extração do gás de xisto


A técnica utilizada na extração do gás de xisto, utilizado na geração de energia elétrica, é conhecida como fraturamento hidráulico ou fracking, que ultrapassa as fontes subterrâneas de água, onde um cano de aço, revestido por cimento injetado, leva água e produtos químicos e sua pressão causa fraturas que liberam o gás, altamente poluente, e que contamina a água, solo e ar.


Municípios de Mato Grosso do Sul já ofertados em  leilão da ANP


Água Clara, Anaurilândia, Angélica, Bataguassu, Batayporã, Brasilândia, Campo Grande, Deodápolis, Ivinhema, Nova Alvorada do Sul, Nova Andradina, Novo Horizonte do Sul, Ribas do Rio Pardo, Rio Brilhante, Santa Rita do Pardo, Taquarussu, Três Lagoas, Alcinópolis, Bandeirantes, Camapuã, Cassilândia, Chapadão do Sul, Costa Rica, Inocência, Rochedo e São Gabriel do Oeste.


Foto Victor Chileno 

FONTE: Daniel Camposi

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