12/09/2021 às 19h59 - atualizada em 12/09/2021 às 20h17
Redação
Campo Grande / MS
Segundo o órgão, o Brasil também registrou 10.615 casos da doença em 24 horas. Desde o início da pandemia 20.999.779 pessoas foram contaminadas.
Os registros não se referem à data das mortes, mas ao dia em que foram informadas ao Ministério da Saúde. Nos fins de semana, o número de registros cai porque há menos funcionários nos órgãos para relatar os dados, e não por haver menos mortes.
MÉDIAS MÓVEIS DE MORTES E CASOS
A média móvel de mortes por covid-19 nos últimos 7 dias é de 460. Está abaixo de 500 mortes diárias há 5 dias. Na 4ª feira (8.set), ficou abaixo do patamar pela 1ª vez desde 27 de novembro, quando foi a 480.
O indicador apresenta tendência de queda há 21 dias. Quando a variação da curva em relação a duas semanas antes é igual ou inferior a -15%, considera-se que há queda. Da mesma maneira, considera-se que a curva apresenta aumento quando a variação em relação a duas semanas antes é igual ou superior a 15%. Não há aumento há 82 dias.
A média móvel de novos casos nos últimos 7 dias é de 15.571. Caiu em relação ao dia anterior e apresenta tendência de queda há 14 dias. É a nova menor média desde 21 de maio de 2020, quando indicava 15.310 casos diários.
Para explicar a situação da pandemia, o Poder360 usa como métrica a média de 7 dias. Trata-se da média diária de mortes e casos nos 7 últimos dias, incluindo a data.
O feriado prolongado do 7 de Setembro pode ter influenciado a queda dos números nos últimos dias. Isso porque os órgãos trabalham com equipes reduzidas e têm menos capacidade de inserir os dados nos sistemas. Com isso, pode haver uma compensação com aumento dos registros nos próximos dias.
MORTES PROPORCIONAIS
O Brasil tem 2.751 mortes por milhão de habitantes. As piores situações estão em Rondônia, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Amazonas, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraná, Goiás, São Paulo, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Roraima, com mais de 3.000 mortes por milhão.
As taxas consideram o número de mortes confirmadas pelo Ministério da Saúde e a estimativa populacional do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para o ano de 2021 em cada unidade da Federação.
O Brasil caiu para a 8ª posição do ranking mundial de mortes proporcionais em 30 de agosto, ao ser ultrapassado pela Bulgária. Os dados são do Ministério da Saúde, enquanto as informações dos outros países são do painel Worldometer.
A lista é liderada pelo Peru, com 5.929 mortes por milhão. No fim de maio, o país revisou os dados e subiu ao topo do ranking, posição antes ocupada pela Hungria.
Veja a situação por estado e no Distrito Federal
Região Sudeste
Espírito Santo: queda (-46%)
Minas Gerais: estável (-5%)
Rio de Janeiro: queda (-24%)
São Paulo: queda (-48%)
Região Norte
Acre: queda (-33%)
Amazonas: queda (-58%)
Amapá: queda (-67%)
Pará: queda (-56%)
Rondônia: alta (21%)
Roraima: queda (-21%)
Tocantins: queda (-46%)
Região Nordeste
Alagoas: queda (-20%)
Bahia: queda (-64%)
Ceará: estável (15%)
Maranhão: queda (-64%)
Paraíba: queda (-24%)
Pernambuco: alta (38%)
Piauí: alta (23%)
Rio Grande do Norte: estável (-12%)
Sergipe: queda (-89%)
Região Centro-Oeste
Distrito Federal: queda (-21%)
Goiás: estável (-1%)
Mato Grosso: estável (-13%)
Mato Grosso do Sul: queda (-49%)
Região Sul
Paraná: queda (-27%)
Rio Grande do Sul: queda (-33%)
Santa Catarina: estável (4%)
BOLETIM DIA 12 DE SETEMBRO
FONTE: Ministério da Saúde
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