Em cinco meses de operação, o SAU-Serviço de Atendimento ao Usuário da CCR MSVia registrou uma redução de 30,4% no número de mortos em acidentes ocorridos na BR-163/MS. Só em fevereiro o número de acidentes diminuiu para 187, com 53 feridos e apenas duas vítimas fatais.
Segundo Fausto Camilotti, Gestor de Atendimento da CCR MSVia, a presença dos colaboradores do SAU na pista, aliada às obras de recuperação e modernização da BR-163/MS e às campanhas de conscientização estão apresentando resultados positivos.
“A rodovia de hoje é muito melhor do que aquela encontrada por nós quando assumimos a BR-163/MS em abril do ano passado e isso é fruto de muito trabalho”, afirma Camilotti. “Realizamos uma série de obras de recuperação do pavimento, substituição e modernização da sinalização, roçada e capina permanente, além de atendimento 24 horas pelo SAU, o que está mudando a relação dos usuários com a rodovia”.
Camilotti também destaca que as conquistas demonstram a efetividade das ações de conscientização por meio de campanhas periódicas de distribuição de folhetos educativos e da intensificação na fiscalização da rodovia pela PRF - Polícia Rodoviária Federal.
“A PRF tem sido uma grande parceira nesse esforço de transformar a BR-163/MS em Rodovia da Vida, não só no apoio a campanhas educativas, mas principalmente na intensificação das atividades de fiscalização e punição aos motoristas infratores”, afirma o Gestor. “A tendência é que a autoridade policial não precise investir tempo e efetivo na rotina de funcionamento da rodovia, agora administrada por nós, podendo intensificar o policiamento ostensivo e as campanhas de fiscalização, o que é muito bom para todos”.
O engenheiro destaca que a empresa vai ampliar as ações de conscientização dos motoristas para combater o excesso de velocidade e fortalecer as práticas de Direção Segura em Mato Grosso do Sul.
“Ainda é grande a quantidade de colisões traseiras e engavetamentos, além de tombamentos e capotamentos, tendo em vista as paradas repentinas que podem ocorrer no tráfego”, destaca o engenheiro. “Os usuários têm que se conscientizar que o respeito aos limites de velocidade é fundamental para minimizar os riscos desse tipo de acidente”.
Outra preocupação
O balanço de cinco meses de operações do SAU registrou 46.678 ocorrências atendidas nesse período. Deste total, mais de 11 mil aconteceram só em fevereiro, perfazendo uma média de 396 atendimentos diários. A retirada de objetos da pista teve o maior destaque, com 3.487 casos, o equivalente a 31,5% do total. O número é preocupante, pois toda vez que um objeto é atirado na pista, aumenta o risco de causar acidentes e, consequentemente, representa uma ameaça ao usuário que trafega pela via.
“É preciso que o usuário saiba que, ao lançar um objeto para fora do veículo, ele potencializa o risco de acidente e prejudica o Meio Ambiente”, alerta Fausto Camilotti. “Queremos mudar essa realidade e, para isso, vamos realizar uma campanha com faixas e folhetos nos próximos dias buscando conscientizar os usuários sobre esses riscos”.
Manutenção dos veículos
Outro número que merece atenção, segundo o estudo do SAU, é a quantidade de problemas ocasionados pela falta de manutenção os veículos. Ao todo, foram efetuados 2.638 atendimentos, ou seja, 23,8% do total. O maior número de casos registrados diz respeito a panes mecânicas, com 1.601 eventos (14,4%), seguido dos casos de pneu furado, com 402 (3,6%). Logo após vêm as ocorrências de pane seca (277 – 2,5%), pane elétrica (143 – 1,3%), superaquecimento do motor (140 – 1,3%) e bateria descarregada (75 – 0,7%).
“Todos queremos ter uma viagem segura e tranquila. Para isso, nossa recomendação é de que, antes de pegar a estrada, o motorista verifique as condições do seu veículo e faça revisões regularmente”, lembra o engenheiro, destacando que a Concessionária vem realizando campanhas sistemáticas com distribuição de folhetos incentivando a manutenção preventiva dos veículos periodicamente.
Um veículo mal conservado pode apresentar problemas a qualquer momento, colocando em risco não só os seus ocupantes, como também todos aqueles que trafegam pela rodovia. “O risco de uma parada repentina pode resultar numa colisão traseira ou até mesmo um engavetamento”, finaliza Camilotti.
FONTE: Da assessoria
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