18/04/2023 às 10h51 - atualizada em 18/04/2023 às 11h03
Redação
Campo Grande / MS
O início do julgamento dos acusados pelos atos de vandalismo de 8 de janeiro, na madrugada desta terça-feira (18) no “plenário virtual”, tem causado certo desconforto nos meios jurídicos.
A avaliação é que ato tão importante deveria ser presencial, com os ministros do STF “dando a cara” para expor seus votos.
Não há entre juristas quem discorde da necessidade de punir o badernaço, mas o desafio será individualizar os casos, conforme a legislação brasileira, que veda julgamentos coletivos.
De acordo com a lei penal, a culpa do acusado precisa ser individual e lastreada em provas concretas que o liguem aos fatos narrados.
Também há críticas ao fato de os acusados não terem prerrogativa de foro, por isso deveriam ser julgados na justiça comum.
Se forem condenados, os acusados pelos atos de vandalismo na sede dos Três Poderes não terão chance de recurso, como prevê a legislação.
FONTE: Cláudio Humberto
Há 3 horas
Três Lagoas completa 111 anos e tem no trabalho de Coronel David apoio para continuar avançando e cuidando das pessoasHá 4 horas
Usaid denuncia 101 funcionários da ONU por ajuda ao Hamas no ataquea de 2023Há 4 horas
UMA CONVERSA ENTRE GERAÇÕESHá 4 horas
PT avalia liberar bancada na redução da maioridadeHá 4 horas
Segunda-feira de chuvas no MS