14/12/2023 às 09h11
Redação
Campo Grande / MS
Véspera da prometida análise dos vetos de Lula, governo e Congresso ainda batiam a cabeça nesta quarta (13) sobre a análise do Veto 38, que trata da desoneração da folha de pagamentos. A desconfiança tomou conta dos parlamentares após a descoberta de que o ministro Fernando Haddad (Fazenda) já tinha uma alternativa à desoneração desde a semana passada, mas não incluiu o Congresso no debate. Com medo de calote, as excelências cobram o fim do contingenciamento das emendas.
O núcleo duro da resistência está na Frente Parlamentar do Empreendedorismo, com mais de 250 deputados e senadores.
O Plnalto pressiona para que o Congresso mantenha o veto, mesmo sem ver a alternativa, para só então liberar emendas parlamentares.
Já na terça (12), o senador Efrain Filho (União-PB) avisava que não seria surpresa o governo não apresentar alternativa, que não veio.
O veto é rejeitado até no PT, que deu 54 votos na Câmara pela manutenção da desoneração. A Casa aprovou a proposta com 430 votos.
FONTE: Cláudio Humberto
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